Depoimentos
Palavras de moradores e famílias
Maria Aparecida R.
Filha de moradora — Nova Friburgo
"Minha mãe foi para a quinzena com muita resistência. No décimo dia, ela me ligou para dizer que queria ficar. O que me surpreendeu foi que a equipe nos chamou para conversar com toda honestidade sobre as coisas boas e as que precisam melhorar. Não foi uma venda — foi uma conversa."
Julho de 2025
José Paulo M.
Morador — 76 anos
"Comecei só pela Mesa do Meio-Dia, porque não queria morar em lugar nenhum. Mas a mesa é uma coisa boa — tem conversa, tem comida de verdade, tem gente. Acabei ficando. O que diferencia daqui é que ninguém me trata como se eu precisasse de tutela."
Junho de 2025
Célia Santos F.
Filha de morador — Teresópolis
"Moro em outra cidade e sempre fiquei preocupada com meu pai morando sozinho. Aqui a equipe me liga quando nota qualquer coisa fora do comum — sem alarmar, só para manter a família informada. Isso me deu uma tranquilidade que eu não sabia que precisava."
Julho de 2025
Rosa Nunes A.
Participante da Mesa do Meio-Dia — 71 anos
"Moro bem, tenho saúde, mas almoçar sozinha toda semana cansa a alma. A Mesa do Meio-Dia resolveu isso de um jeito simples: vou três vezes por semana, como bem, converso, e volto para casa. Não preciso de nada mais do que isso."
Junho de 2025
Luiz Borges C.
Filho de moradora — Rio de Janeiro
"A quinzena foi fundamental para nossa decisão. Visitei minha mãe quatro vezes nessas duas semanas, sem avisar. A casa estava sempre do mesmo jeito — limpa, tranquila, os mesmos funcionários. Isso diz muito sobre o lugar."
Julho de 2025
Irene Teixeira V.
Moradora — 80 anos
"Fui resistente durante anos. Achei que morar em casa de idoso significava desistir de alguma coisa. Aqui descobri que não é assim. Tenho meu quarto, minhas coisas, saio quando quero. A diferença é que tem comida boa e gente para conversar."
Maio de 2025
Histórias em detalhe
Como a casa entrou na vida de algumas famílias
História 1 — Mesa do Meio-Dia
De três dias sozinha para três dias com pessoas
A situação
Senhora de 73 anos, totalmente independente, que passou a se alimentar mal depois que ficou viúva. Moravam filhos fora do estado e ela resistia a qualquer mudança que parecesse "assistida".
O que aconteceu
Começou com dois dias de almoço por semana. Em três meses, passou a três dias. Hoje reserva sempre o mesmo lugar à mesa e conhece todos os outros participantes pelo nome.
O resultado
Voltou a se alimentar com regularidade. Passou a sair mais de casa. Não mudou para a residência — não precisa. A mesa foi suficiente para mudar o ritmo dos dias.
"Eu não queria cuidado. Queria companhia. E foi exatamente isso que encontrei aqui." — Participante da Mesa do Meio-Dia, 73 anos
História 2 — Quinzena e Moradia
Uma quinzena que durou dois anos
A situação
Família de três irmãos em cidades diferentes tentando decidir juntos onde o pai de 82 anos iria morar após uma queda em casa. Muita discordância entre os irmãos sobre o que seria melhor.
O que aconteceu
A quinzena deu a todos os irmãos um período para observar sem precisar decidir. Cada um visitou em momentos diferentes. A conversa final reuniu os três — e o pai — para ouvir a avaliação da casa.
O resultado
O pai pediu para ficar antes de a conversa terminar. Os irmãos entraram em acordo pela primeira vez. Dois anos depois, o morador participa das atividades diárias e recebe os filhos regularmente.
"A quinzena nos deu tempo para observar sem o peso da decisão. Foi o que precisávamos." — Filho mais velho, sobre a chegada do pai
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Atendimento
Seg–Sex: 8h às 17h
Sáb: 9h às 13h
Em números
O que doze anos ensinaram
12
Anos de funcionamento
180+
Famílias atendidas
18
Moradores no máximo
96%
Famílias que indicam
Uma conversa não compromete nada
Ligar ou visitar a casa é gratuito e sem obrigação. Estamos disponíveis para responder com calma a qualquer pergunta.
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